Os aeroportos mais movimentados do Brasil e a importância do Seguro RC Aeroportuário para prestadores de serviços

Os aeroportos brasileiros registraram forte crescimento na movimentação em 2024, concentrando milhões de passageiros em alguns dos principais terminais do país.

Esse aumento do fluxo trouxe mais oportunidades para empresas prestadoras de serviços, e também mais riscos operacionais, exigindo atenção redobrada a normas, segurança e compliance.

É nesse cenário que o Seguro de Responsabilidade Civil Aeroportuária (RC Aeroportuário) se torna fundamental, especialmente para empresas que atuam dentro das áreas operacionais, onde qualquer falha pode gerar danos a aeronaves, passageiros, bagagens, cargas e instalações aeroportuárias.

Neste artigo, você entenderá:

  • Quais são os aeroportos mais movimentados do Brasil;
  • Como o alto fluxo de aeronaves e passageiros aumenta o risco operacional;
  • Por que prestadores de serviços precisam obrigatoriamente ou recomendavelmente contratar Seguro RC Aeroportuário;
  • Quais coberturas são essenciais;
  • E como esse seguro protege financeiramente a empresa e mantém contratos ativos dentro de aeroportos.

Ranking: os 5 aeroportos mais movimentados do Brasil (dados 2024)

A lista abaixo mostra os aeroportos que mais movimentaram passageiros em 2024 (ordem e valores conforme levantamentos publicados sobre o ano). Os números são úteis para entender capacidade, demanda e prioridades de infraestrutura no país.

  1. Guarulhos (GRU) — São Paulo / Guarulhos — Aproximadamente 43 milhões de passageiros (2024). Principal porta de entrada internacional e maior hub do país.
  2. Congonhas (CGH) — São Paulo (cidade) — Aproximadamente 23 milhões de passageiros (2024). Forte tráfego doméstico executivo e de negócios, rota central entre capitais.
  3. Brasília (BSB) — Distrito Federal — Aproximadamente 14,8 milhões de passageiros (2024). Ponto-chave de conexão entre regiões.
  4. Galeão (GIG) — Rio de Janeiro / Galeão — Aproximadamente 14,2 milhões de passageiros (2024). Importante porta internacional e doméstica do Rio.
  5. Viracopos (VCP) — Campinas — Aproximadamente 12,0–12,4 milhões (variações por fonte). Grande operação de carga e crescente tráfego de passageiros.

Curiosidade: Os aeroportos da Região Norte estão longe da lista de aeroportos mais movimentados, porém registraram números expressivos em 2025. Em maio deste ano, mais de 972 mil passageiros passaram pelos terminais nortistas, o maior volume para o mês em 11 anos. (Fonte: Gov.br)

 

O que torna esses aeroportos tão movimentados?

A alta movimentação desses terminais não é por acaso. Eles estão estrategicamente localizados em regiões de grande densidade populacional e são centros de conexões vitais:

  1. Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU)

GRU é inequivocamente o coração da aviação brasileira.

Sendo o maior e mais movimentado da América do Sul, ele atende mais de 100 destinos internacionais e é a principal porta de entrada e saída do Brasil.

Sua liderança é mantida pelo volume de voos de longa distância e por ser o principal hub de companhias aéreas como LATAM, GOL e Azul, gerenciando um fluxo impressionante de passageiros e uma alta capacidade de carga.

  1. Aeroporto de São Paulo/Congonhas (CGH)

Localizado no coração da capital paulista, Congonhas é o grande motor do tráfego doméstico.

Sua localização central o torna preferencial para a famosa Ponte Aérea Rio-São Paulo e para viagens rápidas de negócios.

Embora opere apenas voos nacionais, seu volume de passageiros é quase o dobro do terceiro colocado, refletindo a importância da capital econômica do país.

  1. Aeroporto Internacional de Brasília (BSB)

Brasília se destaca por sua posição central. O Aeroporto de Brasília funciona como um hub de distribuição eficiente, conectando as diversas regiões do Brasil.

Além disso, sendo a capital federal, é um polo crucial para viagens governamentais e de negócios, mantendo um tráfego constante de voos domésticos e algumas rotas internacionais estratégicas.

  1. Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão (GIG)

Após um período de flutuação, o Galeão (GIG) demonstrou uma forte recuperação em 2024, impulsionada em parte por uma mudança regulatória que limitou o tráfego no Aeroporto Santos Dumont (SDU).

O GIG consolidou-se como o principal hub internacional do Rio, atendendo a rotas para Europa, Américas e servindo como uma importante porta para o turismo estrangeiro.

  1. Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos (VCP) – O Gigante da Carga

Viracopos é um caso especial. Além de ser a principal base operacional da Azul Linhas Aéreas, ele é reconhecido como o maior terminal de carga aérea do país. Sua alta movimentação de passageiros, principalmente domésticos, o coloca no Top 5 e reforça o poder logístico e de transporte do interior paulista.

O seguro que protege sua operação nos Aeroportos

No turbilhão de atividades dos aeroportos mais movimentados do Brasil, a eficiência é crucial, mas a segurança é inegociável.

Para os prestadores de serviços que operam nessas áreas de alto risco e de controle rigoroso, o Seguro de Responsabilidade Civil (RC) Aeroportuário não é apenas uma boa prática: é uma exigência regulatória e um pilar de sobrevivência do negócio.

Em um aeroporto, qualquer erro humano ou falha técnica pode ter consequências catastróficas, resultando em milhões de reais em prejuízos e potenciais danos à vida de terceiros.

O que é o Seguro RC Aeroportuário?

O Seguro de Responsabilidade Civil Aeroportuária é a proteção contratada por empresas que prestam serviços dentro do ambiente aeroportuário.

Ele cobre danos involuntários causados a terceiros — passageiros, companhias aéreas, operadores, aeronaves, bagagens, cargas ou ao próprio aeroporto.

É um seguro crítico porque qualquer incidente dentro de um aeroporto tem alto custo financeiro, seja por danos físicos, paralisação da operação ou prejuízo à companhia aérea.

Por que prestadores de serviços precisam desse seguro?

  1. Muitos aeroportos exigem RC Aeroportuário em contrato

Empresas de handling, catering, limpeza, manutenção, manutenção de PBN, abastecimento, operadores logísticos, companhias de táxi aéreo e até prestadores administrativos precisam apresentar a apólice para manter o contrato.

  1. O risco operacional dentro de aeroportos é elevado

Um simples incidente pode gerar prejuízos milionários. Exemplos reais:

  • Um veículo de solo pode danificar uma aeronave ao aproximar a escada, GPU ou pushback.
  • Equipamentos podem arranhar, amassar ou furar fuselagens, asas e portas.
  • Funcionários podem causar acidentes com bagagens ou cargas de alto valor.
  • Uma queda de passageiro no terminal pode gerar indenização.
  • Um erro operacional pode causar atrasos e custos às companhias aéreas.
  1. Aviões são ativos de alto valor

Qualquer dano estrutural, mesmo pequeno, pode custar de centenas de milhares a milhões de reais.

  1. Sem seguro, o prestador arca sozinho com o prejuízo

E ainda corre risco de:

  • Perder a concessão de acesso ao pátio;
  • Ser descredenciado do aeroporto;
  • Ser processado por companhias aéreas.
  1. Garante a continuidade operacional da empresa

O seguro evita que um único sinistro destrua o fluxo de caixa ou inviabilize o negócio.

Riscos mais comuns em aeroportos para prestadores de serviços

O aumento do movimento nos principais aeroportos brasileiros intensifica riscos como:

  • Colisão com aeronaves

Durante operações de pushback, reboque, aproximação de escada, GPU, catering, abastecimento etc.

  • Danos a bagagens

Extravio, avaria, destruição, má operação de equipamentos de triagem.

  • Danos a cargas

Especialmente em cargas sensíveis, perecíveis ou de alto valor agregado.

  • Danos a instalações aeroportuárias

Portões, fingers, portas, paredes, áreas restritas.

  • Acidentes com passageiros

Quedas, lesões, atropelamentos em áreas de circulação.

  • Contaminações ambientais

Vazamento de combustível, óleo ou produtos químicos.

Com aeroportos movimentados operando no limite de capacidade em determinados horários, o risco de incidentes aumenta proporcionalmente.

O que o Seguro RC Aeroportuário cobre?

  1. Danos materiais

Danos causados a aeronaves, veículos, máquinas, cargas, bagagens e instalações.

  1. Danos corporais

Lesões, invalidez ou morte de passageiros, funcionários de terceiros ou visitantes.

  1. Danos morais

Indenizações decorrentes de falhas operacionais que afetem clientes.

  1. Prejuízos a companhias aéreas

Atrasos, cancelamentos ou custos operacionais gerados pela falha do prestador.

  1. Equipamentos de solo (GSE)

Proteção contra danos causados durante a operação.

  1. Cobertura ambiental

Vazamentos, contaminação ou limpeza emergencial.

  1. Custos de defesa judicial

Processos administrativos, civis ou trabalhistas relacionados ao sinistro.

Para quem esse seguro é indispensável?

  • Empresas de ground handling;
  • Empresas de manutenção de aeronaves;
  • Abastecimento e serviços de combustível;
  • Catering (serviços de bordo);
  • Limpeza e higienização de aeronaves;
  • Empresas de carga, courier e logística;
  • Locadoras de veículos e equipamentos;
  • Táxi aéreo e operadores privados;
  • Prestadores terceirizados de apoio ao terminal.

Se atua dentro, no pátio, no terminal, na pista ou com aeronaves, o RC Aeroportuário é uma exigência.

Como é um Seguro RC Aeroportuário adequado?

  • Valores compatíveis com o aeroporto onde você opera

A exigência de limite de responsabilidade costuma ser maior em aeroportos como GRU, GIG e BSB.

  • Cobertura específica para dano a aeronaves

Alguns seguros “genéricos” excluem aeronaves — e isso inviabiliza o contrato.

  • Inclusão de retroescavadeira, pushback, escada, GPU, trator, vans, tratores e GSE

Esses equipamentos precisam estar nomeados na apólice.

  • Cobertura para prestadores terceirizados e subcontratados

Alguns contratos exigem que terceiros também estejam protegidos.

  • Eventos ambientais

Principalmente para empresas de abastecimento e manutenção.

Conclusão

O crescimento da movimentação nos principais aeroportos do Brasil reforça a importância do Seguro RC Aeroportuário como ferramenta indispensável de proteção e continuidade de negócios.

Para prestadores de serviços dentro de aeroportos, esse seguro não é apenas uma exigência contratual, é uma garantia financeira contra incidentes que podem custar milhões, prejudicar reputações e suspender operações.

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